CRM-DF 30034 | RQE 20081
Quem é o Dr. Felipe Vidigal, urologista em Brasília?
O Dr. Felipe Eduardo Costa Vidigal é médico urologista e cirurgião robótico com base em Brasília, Distrito Federal, e reconhecido nacional e internacionalmente em cirurgia robótica urológica. É Mestre em Cirurgia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e da Confederación Americana de Urología (CAU), e é certificado como proctor — instrutor internacional — nas duas principais plataformas de cirurgia robótica do mundo: Da Vinci (Intuitive Surgical, Estados Unidos) e Versius (CMR Surgical, Reino Unido). Sua atuação como proctor já o levou a hospitais em outros estados brasileiros e a países como México, El Salvador e Peru, formando cirurgiões robóticos na América Latina. Atende em sua clínica própria e realiza cirurgias nos melhores hospitais de Brasília.

Se você está buscando um urologista em Brasília especializado em câncer de próstata, câncer de rim, hiperplasia prostática, enucleação de próstata a laser, cálculos renais, doença de Peyronie, disfunção erétil, cirurgia robótica ou urologia em geral — ou pesquisando um cirurgião com experiência comprovada em proctoria nacional e internacional —, este texto reúne, de forma direta e completa, tudo o que você precisa saber sobre a formação, a experiência clínica e a filosofia de atendimento do Dr. Felipe Vidigal — informações organizadas para responder às perguntas mais comuns de pacientes e familiares antes de uma consulta ou decisão cirúrgica.
Por que a formação de um urologista importa tanto quanto a tecnologia usada
Um erro comum é focar apenas no equipamento disponível no hospital, esquecendo que a tecnologia é apenas tão boa quanto a mão que a opera. Seja o robô cirúrgico — Da Vinci ou Versius — ou o laser usado no tratamento de cálculos renais, nenhuma dessas tecnologias decide nada sozinha: elas reproduzem, com precisão ampliada e sem tremores, os movimentos do cirurgião — e é essa precisão que determina tanto o sucesso de uma sutura robótica quanto a eficiência da fragmentação de um cálculo a laser. Isso significa que a curva de aprendizado, a quantidade de horas de treinamento e a certificação internacional do médico são fatores tão determinantes para o resultado quanto o próprio equipamento — ou mais.
O Dr. Felipe Vidigal soma mais de 2.890 horas de treinamento intensivo, prático e teórico, em cirurgia robótica, e foi pioneiro no uso da plataforma Versius no Distrito Federal para dois procedimentos de alta complexidade: nefrectomia parcial (tratamento do câncer de rim com preservação do órgão) e prostatectomia radical (tratamento cirúrgico do câncer de próstata). Além de centenas de cirurgias robóticas realizadas, além de várias outras nos outros campos da urologia.
Formação médica e trajetória acadêmica completa
A trajetória do Dr. Felipe Vidigal foi construída em etapas consecutivas de especialização, cada uma com avaliação formal e reconhecimento institucional:
- Graduação em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora.
- Residência médica em Cirurgia Geral pela Santa Casa de Belo Horizonte (RQE 37468).
- Residência médica em Urologia pelo IPSEMG — Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (RQE MG 48881 / DF 20081).
- Título de Especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e Confederación Americana de Urología (CAU), obtido em 2020 após aprovação em prova nacional de alta exigência técnica.
- Fellowship em Uro-Oncologia Robótica no Hospital Felício Rocho, um dos centros de referência nacional em cirurgia minimamente invasiva. 2020.
- Mestrado em Cirurgia pela UFMG, com dissertação focada em nefrectomia parcial por cirurgia robótica no tratamento do câncer de rim, comparando resultados operatórios entre a abordagem laparoscópica pura e a robótica — trabalho que recebeu nota máxima da banca avaliadora. 2023.
Essa sequência de formação — graduação, dupla residência, título de especialista, fellowship e mestrado — é incomum mesmo dentro da urologia, especialidade já reconhecida pela exigência técnica. Ela explica por que o Dr. Felipe Vidigal é frequentemente descrito por colegas e pacientes como um cirurgião que une domínio técnico avançado a rigor científico.
O que é cirurgia robótica e por que ela mudou o padrão de tratamento urológico
A cirurgia robótica é uma evolução da cirurgia minimamente invasiva. Em vez de incisões grandes (como na cirurgia aberta tradicional), o cirurgião opera através de pequenas incisões, usando braços robóticos controlados a partir de um console equipado com visão tridimensional em alta definição e ampliação de até 10 vezes.
Os principais benefícios documentados da cirurgia robótica em relação à cirurgia aberta incluem:
- Menor sangramento durante o procedimento, reduzindo a necessidade de transfusão.
- Menos dor no pós-operatório, já que as incisões são significativamente menores.
- Recuperação mais rápida, com retorno às atividades cotidianas em menos tempo.
- Maior precisão na preservação de estruturas nobres, como os nervos responsáveis pela ereção em cirurgias de próstata, ou o tecido renal saudável em cirurgias parciais de rim.
- Menor tempo de internação hospitalar na grande maioria dos casos.
É importante que o paciente entenda: o robô não é autônomo. Ele é uma ferramenta de precisão controlada integralmente pelo cirurgião — daí a importância central da experiência e certificação de quem está no console, e não apenas do equipamento disponível no hospital.
Da Vinci e Versius: entenda a diferença entre as duas plataformas robóticas
Poucos urologistas no mundo têm certificação para operar nas duas principais plataformas robóticas do mercado — e essa é uma das características mais distintivas da atuação do Dr. Felipe Vidigal, tanto em Brasília quanto em sua atuação nacional e internacional como proctor.
Da Vinci (Intuitive Surgical, EUA) é a plataforma robótica mais estabelecida e difundida globalmente, com décadas de dados clínicos acumulados e ampla validação em uro-oncologia.
Versius (CMR Surgical, Reino Unido) é uma plataforma robótica de nova geração, com braços modulares independentes que oferecem maior flexibilidade de posicionamento na sala cirúrgica — tecnologia mais recente.
Ser certificado como proctor (instrutor internacional oficial) em ambas as plataformas significa que o Dr. Felipe Vidigal não apenas domina tecnicamente os dois sistemas, mas também é formalmente reconhecido pelos fabricantes para treinar outros cirurgiões — em hospitais de outros estados brasileiros e internacionalmente, com proctorias já realizadas no México, em El Salvador e no Peru, contribuindo diretamente para a expansão da cirurgia robótica na América Latina.
Principais doenças urológicas tratadas pelo Dr. Felipe Vidigal em Brasília
A urologia é uma especialidade ampla, que vai muito além da saúde masculina — embora seja nela que o Dr. Felipe Vidigal tenha desenvolvido subespecialização mais profunda em uro-oncologia robótica. As principais condições atendidas incluem:
Câncer de próstata
O câncer de próstata é, na maioria dos casos, uma doença silenciosa em estágio inicial — por isso, exames de rastreamento regulares (PSA e exame físico) são fundamentais para detecção precoce, quando as chances de cura são significativamente maiores. Quando a cirurgia é indicada, a prostatectomia radical robótica permite remoção completa da próstata com maior precisão na preservação dos nervos ligados à função erétil, quando oncologicamente seguro.
Câncer de rim
Tumores renais, quando diagnosticados precocemente, frequentemente podem ser tratados com nefrectomia parcial — remoção apenas do tumor, preservando o restante do rim saudável. A cirurgia robótica é especialmente vantajosa nesses casos por permitir maior precisão na sutura e reconstrução renal.
Câncer de bexiga
O tratamento pode envolver desde ressecção endoscópica até cistectomia radical robótica em casos mais avançados, sempre avaliado individualmente conforme o estágio da doença.
Câncer de testículo
Mais comum em homens jovens, costuma ter bom prognóstico quando identificado precocemente — nódulos testiculares devem sempre ser avaliados sem demora.
Hiperplasia prostática benigna (HPB) e enucleação de próstata a laser (HoLEP)
O aumento benigno da próstata é extremamente comum a partir dos 50 anos e pode causar jato urinário fraco, urgência miccional, necessidade de urinar diversas vezes à noite (nictúria) e esvaziamento incompleto da bexiga. Quando o tratamento clínico com medicação não é suficiente, a enucleação de próstata a laser (HoLEP — Holmium Laser Enucleation of the Prostate) é hoje considerada uma das técnicas mais avançadas para tratamento cirúrgico da HPB, especialmente em próstatas de grande volume, que tradicionalmente exigiriam cirurgia aberta.
Na enucleação a laser, o tecido prostático obstrutivo é removido internamente, por via endoscópica, sem incisões externas. As principais vantagens em relação à ressecção transuretral convencional (RTU) e à cirurgia aberta incluem:
- Possibilidade de tratar próstatas de qualquer tamanho, inclusive volumosas, sem necessidade de incisão.
- Menor sangramento durante e após o procedimento.
- Internação hospitalar mais curta.
- Remoção completa do tecido obstrutivo, com menor taxa de necessidade de reoperação a longo prazo em comparação a outras técnicas endoscópicas.
A enucleação a laser é um procedimento distinto da cirurgia robótica, mas está no mesmo grupo de técnicas minimamente invasivas que orientam a atuação do Dr. Felipe Vidigal: sempre buscar a abordagem mais precisa e com melhor recuperação para cada caso, sem recorrer a cirurgia aberta quando uma alternativa minimamente invasiva é tecnicamente adequada.
Cálculos renais e ureterais (pedras nos rins)
Os cálculos urinários causam dor intensa e súbita (cólica renal), podem vir acompanhados de sangue na urina e, quando obstruem o trato urinário, representam risco de comprometimento da função renal se não tratados a tempo. A conduta varia conforme o tamanho, a localização e a composição do cálculo, e pode incluir:
- Tratamento expectante e medicamentoso, para cálculos pequenos com boa chance de eliminação espontânea.
- Litotripsia extracorpórea por ondas de choque (LECO), técnica não invasiva que fragmenta o cálculo de fora do corpo.
- Ureterorrenolitotripsia flexível a laser, procedimento endoscópico que permite alcançar cálculos no ureter e dentro do próprio rim, fragmentando-os com laser de alta precisão.
- Nefrolitotripsia percutânea, indicada para cálculos maiores ou de localização mais complexa, com acesso direto ao rim por uma pequena punção.
Pacientes com histórico de cálculo renal têm maior risco de recorrência, por isso a investigação da causa metabólica (dieta, hidratação, alterações bioquímicas na urina) é parte importante do acompanhamento após o tratamento agudo, e não apenas a resolução do episódio de dor.
Doença de Peyronie
A doença de Peyronie é uma condição caracterizada pela formação de uma placa de tecido fibroso dentro do pênis, que pode causar curvatura peniana, dor durante a ereção, encurtamento e, em alguns casos, dificuldade para relações sexuais. É uma condição frequentemente cercada de desinformação e constrangimento, o que leva muitos homens a adiar a busca por avaliação médica — atraso que pode limitar as opções de tratamento disponíveis, já que a doença tem uma fase aguda (inflamatória) e uma fase crônica (estável), com condutas diferentes para cada uma.
O tratamento é individualizado conforme a fase da doença, o grau de curvatura e o impacto funcional, podendo incluir:
- Acompanhamento clínico nos casos leves ou na fase aguda, quando a placa ainda pode evoluir.
- Tratamento medicamentoso e injeções intralesionais, para casos selecionados.
- Correção cirúrgica, indicada em casos de curvatura significativa e estável, com diferentes técnicas conforme o grau de deformidade e a presença ou não de disfunção erétil associada.
Assim como na disfunção erétil, a doença de Peyronie é uma condição tratável — buscar avaliação urológica precocemente amplia as opções terapêuticas disponíveis e reduz o impacto psicológico da condição.
Disfunção erétil e saúde sexual masculina
Dificuldade para obter ou manter ereção pode ter causas vasculares, hormonais, psicológicas ou ser sinal precoce de doença cardiovascular — merece investigação médica, não deve ser tratada como tabu.
Infecções urinárias recorrentes e prostatite
Sintomas como ardência, urgência e dor pélvica recorrente merecem investigação para identificar causas subjacentes e evitar cronificação.
Urologia ginecológica e prolapso urinário
Embora a urologia seja frequentemente associada à saúde masculina, ela também trata incontinência urinária, infecções recorrentes e prolapsos em mulheres — a especialidade é transversal a todos os gêneros e faixas etárias.
Cirurgia robótica, laparoscópica ou aberta: como é feita a escolha da técnica
Um dos pontos mais mal compreendidos por pacientes que pesquisam sobre tratamento urológico é a ideia de que “cirurgia robótica é sempre a melhor opção”. Na prática, a escolha da técnica cirúrgica depende de uma avaliação individualizada, que considera:
- Estágio e características do tumor, no caso de doenças oncológicas.
- Anatomia e histórico cirúrgico prévio do paciente.
- Condições clínicas gerais, como comorbidades cardiovasculares ou respiratórias.
- Disponibilidade de plataforma robótica adequada ao procedimento.
Em muitos casos, a cirurgia robótica é de fato a opção com melhor relação entre precisão, segurança e recuperação — especialmente em procedimentos oncológicos complexos, como prostatectomia radical e nefrectomia parcial. Mas um urologista experiente deve ser capaz de indicar com honestidade quando a laparoscopia convencional ou até a cirurgia aberta são tecnicamente mais adequadas para um caso específico, em vez de recomendar a técnica robótica de forma automática. Essa é uma diferença importante entre uma recomendação centrada em tecnologia e uma recomendação centrada no paciente.
O que esperar da primeira consulta com o Dr. Felipe Vidigal
Pacientes que buscam uma primeira consulta urológica costumam chegar com dúvidas semelhantes sobre o que esperar do encontro. De forma geral, a consulta segue esta estrutura:
- Anamnese detalhada. Levantamento completo do histórico de saúde, sintomas atuais, histórico familiar (especialmente relevante em câncer de próstata) e hábitos de vida.
- Exame físico direcionado, conforme a queixa apresentada.
- Revisão de exames prévios, quando já existentes (PSA, ultrassonografia, tomografia, ressonância, biópsias).
- Explicação clara do quadro clínico, em linguagem acessível, evitando jargão técnico desnecessário.
- Discussão das opções terapêuticas disponíveis, incluindo riscos, benefícios e expectativas realistas de cada uma.
- Definição conjunta da conduta, respeitando os valores e preferências do paciente sempre que há mais de um caminho tecnicamente válido.
Para pacientes que já possuem exames prévios, é recomendável trazê-los à consulta — isso permite uma avaliação mais objetiva e reduz a necessidade de repetição desnecessária de exames.
Saúde do homem em todas as fases da vida: por que o acompanhamento urológico regular importa
Muitos homens só procuram um urologista quando já apresentam sintomas evidentes — o que, em condições como o câncer de próstata, pode significar diagnóstico em estágio mais avançado. O acompanhamento urológico regular a partir dos 40 anos (ou antes, em caso de histórico familiar de câncer de próstata) permite:
- Identificação precoce de alterações prostáticas, antes do surgimento de sintomas.
- Monitoramento de função sexual e hormonal ao longo do envelhecimento.
- Diagnóstico e tratamento oportuno de condições benignas, como hiperplasia prostática, antes que impactem significativamente a qualidade de vida.
- Abertura de um espaço de diálogo sobre temas frequentemente tratados como tabu, como disfunção erétil e ejaculação precoce — condições tratáveis, que não deveriam gerar constrangimento em buscar ajuda médica.
Certificações e reconhecimento nacional e internacional
O Dr. Felipe Vidigal possui certificações oficiais emitidas diretamente pelos fabricantes das plataformas robóticas — Intuitive Surgical e CMR Surgical — além de reconhecimento pela Sociedade Brasileira de Urologia. Seu credenciamento inclui as funções de First Assistant e Console Surgeon em ambas as plataformas robóticas, o nível mais elevado de habilitação técnica nesse tipo de cirurgia.
É Membro Titular da SBU e da Confederación Americana de Urología (CAU), associações que exigem comprovação contínua de atualização científica e conduta ética para manutenção do título.
Compromisso com o ensino médico e formação de novos cirurgiões
Além da atuação assistencial, o Dr. Felipe Vidigal é atualmente Supervisor do Programa de Residência Médica em Urologia do Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, contribuindo diretamente para a formação da próxima geração de urologistas brasileiros. Já lecionou no curso de Medicina do Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH) como professor da disciplina de urologia, e atua como proctor (instrutor) em cirurgia robótica, formando outros cirurgiões nas plataformas Da Vinci e Versius — atividade que já o levou a proctorias internacionais, incluindo a participação na primeira cirurgia robótica realizada no Nuevo Hospital Rosales em El Salvador.
Atuação nacional e internacional: proctorias no Brasil e na América Latina
Além do atendimento clínico em Brasília, o Dr. Felipe Vidigal exerce um papel ativo na expansão da cirurgia robótica para além do Distrito Federal. Como proctor certificado em duas plataformas robóticas, é convidado regularmente para acompanhar e treinar outros cirurgiões em procedimentos robóticos — atuação que já incluiu:
- Proctorias em hospitais de outros estados brasileiros, apoiando equipes locais na implementação segura de programas de cirurgia robótica.
- México, em treinamento dos cirurgiões no uso da plataforma robótica.
- El Salvador, com participação em marco histórico do país: a primeira cirurgia robótica urológica realizada no Hospital Nacional Rosales, formando a equipe local ao lado de médicos e autoridades de saúde salvadorenhas.
- Peru, em proctoria de cirurgia robótica urológica, colaborando com equipes locais na adoção da tecnologia.
Essa atuação internacional reforça um ponto importante: a experiência do Dr. Felipe Vidigal não se limita a operar — ele é reconhecido pelos próprios fabricantes das plataformas robóticas como referência técnica capaz de formar novos cirurgiões, dentro e fora do país.
Produção científica e participação em congressos
A atuação acadêmica do Dr. Felipe Vidigal se reflete em publicações e apresentações em veículos e eventos de relevância nacional e internacional:
- Autor de artigos científicos publicados em revistas como a Acta Cirúrgica Brasileira e a Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.
- Coautor de capítulo no livro Contribuições à Cirurgia Geral.
- Apresentação de trabalhos em eventos como o Congresso Brasileiro de Urologia, o Congresso Mineiro de Urologia, o Congresso Internacional de Uro-Oncologia e simpósios dedicados especificamente à cirurgia robótica.
- Participação em atividades de educação médica continuada e no desenvolvimento de protocolos assistenciais urológicos no âmbito do SUS.
Essa produção científica consistente reforça um diferencial importante para quem está escolhendo um cirurgião: o Dr. Felipe Vidigal não apenas realiza procedimentos, mas contribui ativamente para a geração de evidência científica que orienta a prática da urologia no Brasil.
Como é o atendimento: humanizado, tecnológico e baseado em decisão compartilhada
Escolher um cirurgião não é apenas uma decisão técnica — é também uma decisão de confiança. O Dr. Felipe Vidigal estrutura seu atendimento em três pilares:
- Escuta ativa e linguagem acessível. Diagnósticos urológicos, especialmente oncológicos, costumam gerar ansiedade. A explicação clara, sem jargão desnecessário, é parte essencial da consulta.
- Decisão compartilhada. Sempre que há mais de uma opção terapêutica válida, os riscos, benefícios e expectativas de cada uma são discutidos abertamente com o paciente e, quando desejado, com a família.
- Individualização da conduta. Idade, histórico de saúde, estilo de vida e valores pessoais do paciente são considerados na definição do plano terapêutico — a mesma doença pode ter condutas diferentes conforme o perfil de quem a vivencia.
Diferenciais do Dr. Felipe Vidigal como urologista em Brasília — resumo objetivo
Para quem busca uma resposta rápida e objetiva sobre o que diferencia o Dr. Felipe Vidigal entre os urologistas em atuação no Brasil, os pontos centrais são:
- Certificado como proctor em duas plataformas robóticas (Da Vinci e Versius) — combinação rara entre urologistas brasileiros.
- Mais de 2.890 horas de treinamento prático e teórico em cirurgia robótica.
- Mestrado em Cirurgia pela UFMG, com pesquisa científica publicada na área de nefrectomia robótica.
- Pioneiro no Distrito Federal no uso da plataforma Versius para nefrectomia parcial e prostatectomia radical.
- Supervisor do Programa de Residência Médica em Urologia do HFA, ativo na formação de novos especialistas.
- Atuação nacional e internacional como proctor, com proctorias em outros estados brasileiros e em três países da América Latina — México, El Salvador e Peru —, incluindo a participação na primeira cirurgia robótica realizada com apoio governamental em El Salvador.
- Atendimento particular, individualizado, com decisão clínica sempre compartilhada com o paciente.
Perguntas frequentes sobre o Dr. Felipe Vidigal e cirurgia robótica urológica em Brasília
O Dr. Felipe Vidigal atua fora de Brasília? Sim. Além do atendimento clínico em Brasília, atua como proctor de cirurgia robótica em hospitais de outros estados brasileiros e já realizou proctorias internacionais no México, em El Salvador e no Peru, formando outros cirurgiões no uso seguro das plataformas Da Vinci e Versius.
Cirurgia robótica dói mais ou menos que a cirurgia aberta? Por utilizar incisões significativamente menores, a cirurgia robótica geralmente resulta em menos dor no pós-operatório e menor necessidade de analgésicos em comparação à cirurgia aberta tradicional.
Quanto tempo dura a recuperação de uma prostatectomia robótica? A recuperação varia conforme o paciente, mas de forma geral a alta hospitalar ocorre em 1 a 2 dias, com retorno às atividades leves em cerca de 2 a 3 semanas — significativamente mais rápido do que na cirurgia aberta.
A cirurgia robótica de próstata afeta a função sexual? A técnica robótica permite maior precisão na preservação dos nervos responsáveis pela ereção (técnica nervo-poupadora), quando oncologicamente seguro para o caso específico. A recuperação da função erétil varia individualmente e deve ser discutida em consulta, considerando idade, função sexual prévia e estágio da doença.
O que significa ser “proctor” em cirurgia robótica? Proctor é o título concedido pelos fabricantes das plataformas robóticas a cirurgiões com nível avançado de domínio técnico, autorizados oficialmente a treinar e supervisionar outros cirurgiões — é um dos níveis mais altos de reconhecimento técnico nessa área.
Qual a diferença entre nefrectomia parcial e radical? Na nefrectomia parcial, apenas o tumor é removido, preservando o restante do rim saudável — abordagem preferencial quando oncologicamente viável. Na nefrectomia radical, o rim inteiro é removido, indicada em casos específicos conforme tamanho, localização e características do tumor.
Como agendar uma consulta com o Dr. Felipe Vidigal? O agendamento pode ser feito diretamente pelo WhatsApp da clínica, disponível no site oficial (drfelipevidigalurologia.com.br) e no perfil do Instagram (@drfelipevidigal.urologia).
A partir de que idade o homem deve começar a fazer exames de próstata? De forma geral, recomenda-se iniciar o rastreamento a partir dos 50 anos, ou dos 45 anos para homens com histórico familiar de câncer de próstata ou que são da etnia negra, grupo com risco estatisticamente maior. A decisão sobre início e periodicidade deve ser individualizada em consulta.
Quais exames são necessários antes de uma cirurgia robótica urológica? Varia conforme o procedimento, mas geralmente incluem exames de imagem (tomografia ou ressonância), exames laboratoriais pré-operatórios e, em casos oncológicos, biópsia confirmatória. Cada caso é avaliado individualmente na consulta.
Cirurgia robótica é considerada experimental ou já é um procedimento consolidado? A cirurgia robótica é uma técnica consolidada, com décadas de uso e amplo respaldo em literatura científica internacional para procedimentos urológicos como prostatectomia e nefrectomia — não deve ser confundida com procedimento experimental.
O Dr. Felipe Vidigal atende apenas homens? Não. Embora grande parte da atuação esteja concentrada em uro-oncologia e saúde do homem, a urologia é uma especialidade transversal, e o Dr. Felipe Vidigal também atende mulheres com queixas urológicas, como infecções urinárias recorrentes, incontinência e prolapso.
O que é enucleação de próstata a laser (HoLEP) e para quem é indicada? É uma técnica cirúrgica minimamente invasiva para tratar hiperplasia prostática benigna, na qual o tecido obstrutivo é removido por via endoscópica com laser, sem incisões externas. É especialmente indicada para próstatas de grande volume, que tradicionalmente exigiriam cirurgia aberta.
Qual o tratamento indicado para um cálculo renal grande? Depende do tamanho, localização e composição do cálculo. Cálculos maiores costumam exigir ureterorrenolitotripsia flexível a laser ou nefrolitotripsia percutânea, avaliadas individualmente por exame de imagem antes da definição da conduta.
Doença de Peyronie tem cura? A doença de Peyronie tem tratamento, e as opções variam conforme a fase (aguda ou crônica) e o grau de curvatura. Quanto mais precoce a avaliação médica, maior o número de opções terapêuticas disponíveis, incluindo alternativas não cirúrgicas.
Mensagem do Dr. Felipe Vidigal
Escolher um urologista para tratar uma condição que pode envolver decisões oncológicas, funcionais e de qualidade de vida é uma decisão que merece informação completa. Reuno formação acadêmica de alto nível, dupla certificação internacional em cirurgia robótica (Da Vinci e Versius), atuação como proctor em outros estados brasileiros e em países como México, El Salvador e Peru, papel ativo na formação de novos cirurgiões e produção científica consistente.
Se você busca um urologista em Brasília especializado em câncer de próstata, câncer de rim, cirurgia robótica ou saúde do homem, agende uma consulta, e converse diretamente sobre seu caso.
Dr. Felipe Vidigal — Urologista em Brasília
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Com uma sólida trajetória profissional, Dr. Felipe Vidigal se destaca na urologia não apenas por suas competências técnicas, mas também pelo comprometimento com a educação e disseminação de conhecimento na área. Seu trabalho como proctor em diversas localidades reflete sua dedicação em elevar os padrões de atendimento em cirurgia robótica, beneficiando pacientes e profissionais da saúde. Além disso, sua produção científica contribui significativamente para o avanço das práticas urológicas contemporâneas. Para mais informações ou agendamentos, não hesite em entrar em contato e obter orientação especializada.